Sunday, November 12, 2006

Fim de ano


É, mais um ano que tá se acabando, mas diferente de várias declarações de final de ano, não vou ficar em divagações do tipo: "É tempo de renovar as esperanças, agora é hora de mudar ou, 2007 será o ano das realizações...blá blá blá."

Acho que fim de ano é sempre a mesma coisa, cidade cheia, todo mundo limpando o nome pra gastar de novo, família com gente que se odeia se abraçando, mas fazer o que, a vida também é feita de frivolidades, mas há um tipo de gente que não liga pra nada disso, existem pessoas pra que o fim de ano é um momento mágico, que elas esperam o ano inteiro pra chegar, e algumas fazem um verdadeiro ritual pra que tudo ocorra da melhor maneira possível, e essas pessoas são... AS CRIANÇAS!!!!!

Elas nunca reclamam da conta no banco que está no vermelho, nunca se revoltam das filas nas lojas cheias, nem mesmo ficam o ano inteiro sem conversar com os irmãos pra chegar no natal e fazerem as pazes, sim, as crianças, com apenas uma coisa na cabeça, esperar a noite mágica, em que o "bom velhinho aparece pra trazer os presentes, mesmo que saibam que é o Pai ou o Tio, vestindo uma roupa vermelha ridícula, mas pra elas tá tudo valendo, afinal, é o sonho que conta, porque nós, adultos, ao longo do tempo, perdemos isso, porque não mantemos esse espírito que nos permearam durante toda a nossa infância, porque deixamos que as dificuldades cotidianas façam qom que a gente simplesmente deixamos de lado as coisas que realmente fazem diferença, como o carinho pela família, a forma gostosa de receber um abraço, os rostos felizes de pessoas que aparecem de todos os lados, só pra desejar um ótimo fim de ano, mas é isso, estamos tão presos aos nossos próprios problemas pra enxergar que todo mundo tem problemas, e daí vamos deixar pra resolver no dia 1º de Janeiro, afinal, Fim de ano é fim de ano, em qualquer lugar do mundo!!!!!

Friday, November 10, 2006

MEDO


Há quem não pegue elevador nem que tenha que subir vários andares pela escada, outros entram em desespero assim que vêem uma barata rastejando pelo chão, existem ainda aqueles que preferem passar horas dentro de um ônibus a ter que sentar na poltrona e decolar em um avião. Apesar de muitas vezes causarem desconforto, taquicardia, suores no corpo e uma tremenda sensação de insegurança, acreditem, sentir medo é fundamental para o ser humano.

Pois é, o Medo está presente no nosso dia a dia, no mundo de hoje, é muito fácil ter medo, seja de chegar em casa tarde, no receio de ser assaltado, seja pelo fato de ficar desempregado, ou até de não passar no vestibular, o medo de fracassar, de decepcionar, e até os mais simples, como medo do escuro, medo de barata (Esse é um dos campeões), mas porque o medo é um sentimento tão forte?

Para entender o medo é preciso primeiro que passemos por ele, mas é difícil enfrentar nossos medos, um exemplo básico é o medo de voar, todos nós podemos nos fazer de indiferentes ao fato mas a verdade é que, quando o piloto diz da cabine:
-Atenção senhores passageiros, estamos decolando...
Não existe um ser humano comum que não se sinta aflito, seja por um segundo, e o interessante é que tem gente que voa todos os dias e sempre dá a sensação de primeira vez, uma explicação dos cientistas sobre o medo é que, quando nos sentimos recuados por qualquer situação que nos dê medo, o cérebro libera duas substâncias muito poderosas, a noripinefrina, e a adrenalina essa última funciona como um catalizador, para que não saiamos do controle diante dessas situações, o problema é que para alguns indivíduos, a liberação de noripinefrina é maior do que outras, o que torna o medo uma coisa ainda maior...O PÂNICO!

Existem áreas específicas no cérebro para também específicos tipos de medo, ou as chamadas FOBIAS:

O que é?
Anteriormente denominada fobia simples a fobia específica é o medo persistente e recorrente a um determinado objeto ou circunstância que desencadeia uma forte reação de ansiedade, sempre que apresentado ao paciente fóbico.




Diagnóstico
Os critérios para realização do diagnóstico exigem as seguintes condições:
um objeto claramente identificável (nos demais transtornos fóbicos e ansiosos nem sempre o objeto é claramente identificável). Este objeto sempre que apresentado desencadeia uma forte reação de medo, ansiedade ou mal estar no paciente, podendo chegar a uma crise semelhante a crise de pânico. Os adultos e adolescentes reconhecem que esse medo é exagerado, mas as crianças não necessariamente. Pelo critério norte americano o diagnóstico só pode ser dado quando o objeto fóbico interfere na rotina do indivíduo.



Características
As fobias, em geral, caracterizam-se pela ausência de motivo para despertar o medo constatado, ou por ser o medo exagerado diante do objeto fóbico. As pessoas com fobia específica não apresentam uma história de traumas, injúrias ou ameaças decorrentes da exposição aos objetos mais comuns da fobia específica. Se isso acontecesse seria necessário diferenciar a fobia específica do estresse pós-traumático. Na maioria das vezes as pessoas com uma fobia específica não são afetadas em sua rotina porque o objeto fóbico não faz parte dela. Quando faz parte torna-se indicado o tratamento.
Há situações nas quais o objeto fóbico é o mesmo da agorafobia. A diferença entre essas duas formas de fobia baseia-se no que o paciente pensa. Na fobia há uma forte reação contrária ao objeto, sendo o objeto afastado, a ansiedade some. Na agorafobia o medo é da dificuldade de sair de onde esteja caso passe mal, o que não acontece na fobia específica. Essa diferenciação é importante porque a fobia específica é um problema isolado, já a agorafobia dificilmente vem sozinha, geralmente antecede, vem junto ou depois de um quadro depressivo ou de pânico.
Esse transtorno geralmente é identificado na infância ou mesmo na idade adulta. É um problema um pouco mais freqüente nas mulheres e apesar de eventualmente levar a desmaios isso não significa nada especialmente grave.
A fobia específica é um transtorno pouco estudado pelo baixo comprometimento que geralmente representa.

Thursday, November 09, 2006

NOVA LEI SOBRE A INTERNET>>>LEIAM<<<

O que nós usuários da internet ganhamos com essa nova lei que está sendo proposta pelo governo?

Em primeiro lugar é preciso que cada um faça uma análise pessoal sobre o assunto, mas vamos focar alguns pontos:

1) A Internet pode mesmo ficar mais segura, pois a lei obriga cada usuário que se utilizar de serviços de protocolo (Qualquer serviço que se utilize login e senha) se identifique com credenciais válidas (RG, CPF, Endereço etc..) e esses dados serão checados e validados pelo provedos de acesso, até aí tudo bem, tudo tranquilo, pra quem não se lembra, a uns 7 anos atrás, quando a internet era somente a "boa e velha" internet discada, eles se utilizavam de recurso parecido, até surgirem os provedores gratuitos, que facilitaram e muito a vida dos "crackers" de plantão, pois ficou muito mais fácil o acesso e a disseminação de vírus pela rede, e agora, se a lei for aprovada, vai dificultar bastante, pois a pessoa terá literalmente que existir na rede, não seremos mais "anônimos", pois é, é aí que a coisa pega, e pega de verdade. Algumas áreas da internet, crescem consideravelmente devido ao fato de que o indivíduo está anônimo, se sente seguro sabendo que terceiros só o conhecem sob uma identidade virtual, querem exemplos? Existem vários, para cirar alguns, salas de bate-papo, blogs, flogs, mensagens instatâneas, e-mails, Orkut, ah! O Orkut, esse então, será um caso a parte, pois não sei se já notaram, a grande maioria no Orkut e em outros sites de relacionamento são dos chamados "fake profiles" ou Perfil Falso, sem necessidade de identificação, não existem regras não é verdade?Agora, se analizarmos a coisa de outro ângulo, ficaremos ao mesmo tempo seguros, pois saberemos que os provedores estarão checando todo o tráfego, porém, iremos nos expor muito mais, uma vez que serão solicitados dados verdadeiros, que garantia teremos de que estes dados não vão estar em mãos erradas...Gente, não estou levantado bandeira e nem fazendo apologia a nada, só queria que quem lesse esse post pensasse um pouco e tirasse suas próprias conclusões, afinal, vivemos numa democracia e e liberdade de expressão ainda é um recurso "constituinte" não é? >>>>>>>>>CONTINUA AMANHÃ

SONHOS

Vou andar descalço
pelas estrelas
colher flores
no universo
vou levar meus versos
pra qualquer lugar
que seja longe
da tua constelação.
Vou me afastar aos poucos
numa chuva de corpos celestes
viajar sem destino
brilhar de sol e de lua
e como estrela-cadente



Outrora, éramos ausentes, desconhecidos
Juntos, talvez, palmilhamos a mesma estrada,
Mas o destino ou Deus, não explico,
Quis que nos encontrássemos,
Marcando para nós, um encontro
Numa nova e longa caminhada...
Eu te via assim,
Comum como tantos outros
Rosto firme, olhar vazio, calmo...
Ar misterioso, que me encabulava a’lma.
Até que um dia de repente,
Como a câmara que procura o foco
Meu olhar buscou o teu, como a farejar respostas:
- Por que essa mulher tímida de sorriso lindo
Me sufoca tanto o peito,
Me enche de tanto encanto...?
Tive enfim, a resposta que buscava,
Quando o teu olhar encontrou o meu
Vi o teu rosto lindo, tornar-se iluminado...
E foi-se distanciando tanto
Dos tantos outros que eu achava assemelhados
Fomos então nos descobrindo aos poucos
Nossas atitudes, posturas, foram confrontadas
Idéias foram encolhidas ou agigantadas pra nos combinar...
Preenchidos os vãos que nos haviam destinado
Um amor absoluto então, estava instaurado:
Nos somamos um ao outro,
Como o Amanhecer e a Alvorada.

Wednesday, November 08, 2006

A Voz do Silêncio


Paula Taitelbaum é uma poeta gaúcha que acaba de lançar seu segundo livro, Sem Vergonha, onde encontrei um poema com apenas dois versos que diz assim: "Pior do que uma voz que cala/É um silêncio que fala". Simples. Rápido. E quanta força. Imediatamente me veio a cabeça situações em que o silêncio me disse verdades terríveis, pois você sabe, o silêncio não é dado a amenidades. Um telefone mudo. Um e-mail que não chega. Um encontro onde nenhum dos dois abre a boca. Silêncios que falam sobre desinteresse, esquecimento, recusas. Quantas coisas são ditas na quietude, depois de uma discussão. O perdão não vem, nem um beijo, nem uma gargalhada para acabar com o clima de tensão. Só ele permanece imutável, o silêncio, a ante-sala do fim. É mil vezes preferível uma voz que diga coisas que a gente não quer ouvir, pois ao menos as palavras que são ditas indicam uma tentativa de entendimento. Cordas vocais em funcionamento articulam argumentos, expõem suas queixas, jogam limpo. Já o silêncio arquiteta planos que não são compartilhados. Quando nada é dito, nada fica combinado. Quantas vezes, numa discussão histérica, ouvimos um dos dois gritar: "diz alguma coisa, diz que não me ama mais, mas não fica aí parado me olhando". É o silêncio de um mandando más notícias para o desespero do outro. É claro que há muitas situações em que o silêncio é bem-vindo. Para um cara que trabalha com uma britadeira na rua, o silêncio é um bálsamo. Para a professora de uma creche, o silêncio é um presente. Para os seguranças dos shows do Sepultura, o silêncio é uma megasena. Mesmo no amor, quando a relação é sólida e madura, o silêncio a dois não incomoda, pois é o silêncio da paz. O único silêncio que perturba é aquele que fala. E fala alto. É quando ninguém bate a nossa porta, não há recados na secretária eletrônica e mesmo assim você entende a mensagem.

Por quê não dá certo??????



Amor, amor, amor! Uma das palavras mais desejadas, mais conceituadas e menos entendida. E quando a reflexão sobre esse assunto tão polêmico entra como uma variável do casamento, pode ser que as definições se compliquem ainda mais.
Mesmo em um mundo em constante transformação, ele continua sendo o tempero mais requisitado para a receita de um relacionamento ou casamento bem sucedido. E no mexer das panelas, há quem cozinhe uns, que queime outros, que coloque a pressão para funcionar.
Cada um vive intensidades e relacionamentos diferentes. E é por esse motivo que há aquele que encontra a sua hora certa de chegar ao altar e dizer o sim mais famoso da vida. Há quem case logo, que demore anos, ou que desista da história de tanto tempo por uma figura que acaba de conhecer.
Não existe "receita de bolo" para um casamento bem sucedido. Pelo menos no que diz respeito ao tempo de namoro e de conhecimento dos noivos. Essa é a afirmação da da psicóloga Carla Queiróz . Tanto um relacionamento bem planejado como um amor construído rapidamente possuem grandes chances de dar certo.
"A única coisa é quem pensa em se casar com poucos meses de namoro tem que ter em mente que precisa estar mais atenta com a pessoa que convive. Você tem quer saber que a sua experiência com ela não te permitiu um conhecimento verdadeiro. Mas, quanto a dar certo, só ao futuro pertence", acredita a psicóloga.
No entanto, é preciso saber diferenciar amor de paixão, para não fazer do impulso inicial de um relacionamento, a certeza de que aquela pessoa é o homem ou a mulher da sua vida. "Que um casamento pode dar certo depois de um namoro de três meses pode, mas dá porque aquela paixão fulminante se transformou em amor", comenta. De acordo com a psicóloga ninguém consegue viver só no estado de paixão, o próprio corpo tende a fazer esse sentimento se acalmar. E que, muitas pessoas só descobrem que a paixão acabou e que não conseguiu se transformar em outro sentimento depois que estão casadas. Aí está o problema.
E na dificuldade de se entender o que é amor e o que é paixão, e qual daqueles sentimentos se quer pra vida é que reside o problema ou a solução de muitos casais. Samantha Bueno e Leonardo Soares fizeram da dúvida uma solução: se apoiaram no companheirismo e na calmaria do relacionamento pra se casarem depois de mais de seis anos de namoro.
Os dois se conheceram ainda na faculdade e sempre foram companheiros para tudo. Tiveram desavenças e dúvidas sim, como destaca Leonardo, mas sempre optaram por pensar que qualquer outro novo relacionamento, apesar de parecer interessante e atrativo, era realmente só uma paixão.
"É claro que eu já pensei em ficar com outras pessoas, e que já até pensei em me envolver. Mas apesar de parecer que era bom, optei por me concetrar na Samantha. O novo sempre aparenta ser bom, porque tem aquele gosto de paixão que eu tive no ínicio do meu relacionamento com a minha esposa. Mas eu soube enteder que calmo não era ruim, e hoje estou feliz.
A psicóloga Carla Queiróz comenta a naturalidade que existe em toda a história de Leonardo: é comum que as pessoas pensem que outro relacionamento pode ser mais interessante que o que já tem muitos anos, é natural que o sentimento de quem namora há muito tempo seja mais calmo e mais concentrado e que esteja longe da agitação dos primeiros meses da paixão. Mas o "natural" pode ser entendido de duas formas, e aí está a decisão particular de cada um: continuar com o relacionamento longo ou embarcar em um novo.
Leonardo valorizou escolher tudo que tinha vivido com Samantha, mas há muitos histórias que quem, na dúvida, optou por outra coisa. E assim como a complexa história da definição do amor, há aqueles que se dão bem e os que se dão mal.
Quando o tempo se confunde com comodismo Amor é amor. Paixão é diferente. O fato é que muitas pessoas também se apoiam nessa definição e continuam com seus parceiros por muito tempo, mesmo sabendo que as coisas não andam assim tão bem.
Para a psicóloga, é preciso estar atento. Porque para ser feliz não dá pra confundir as duas coisas. Carla ressalta que essa dúvida acontece mais quando as pessoas não são tão intensas em todas as áreas da vida. "Se a pessoa tem um perfil mais acomodado confunde mesmo".
Carla explica que é preciso saber que o sentimento se modificou. Mas também é preciso reconhecer o sentimento "homem/mulher" na relação. Seja ele amor ou encantamento, o nome que se queira dar a "bem querência" não importa. E para reconhecer isso, a profissional dá uma dica, sempre ressaltando que nesse tipo de assunto, cada caso é um caso:
"Perceba se o seu relacionamento está pautado em três componentes fundamentais. A emoção, o projeto de vida em comum e o sexo. Se você não está feliz em um ou todos esses quesitos, é possível que seu relacionamento já esteja todo ou em partes prejudicado.
E se você descobrir que seu namoro ou noivado realmente se tranformou em amizade, não tenha medo. Coragem é palavra de ordem nesse momento, até mesmo pra assumir, que mesmo não sendo mais pra você aquela pessoa, você tem sentimentos de posse que podem se confundir com gostar.
Quando o tempo é o menor detalhe Érica Santana e André Brício são exemplos de como tempo não é "documento" para a decisão do casamento. Eles são de Juiz de Fora, mas não se conheceram aqui. Foi depois de uma excursão para um parque aquático no estado de São Paulo, que eles, sentandos lado a lado no ônibus, ficaram sabendo um pouco mais sobre a vida do outro.
Os dois conversaram durante as oito horas de viagem e se apaixonaram. Chegaram no destino já andando de mãos dadas e acreditando em um futuro juntos. Érica conta que nunca imaginou casar cedo. Pelo contrário, já que vinha de um relacionamento de quatro anos, que acabou não se concretizando exatamente por ela achar que a "hora do sim" era precipitada.
Não deu certo com o namoro de anos, mas meses depois lá estava André:"parceiro, amigo e amante", como ela mesmo define. "Começamos a conviver e depois de um certo tempo eu já não conseguia mais ficar longe dele. Queria dormir, acordar, comer, sair. Tudo junto. Concluímos com isso que o mais correto seria o casamento".
A família de Érica foi contra, apesar de hoje ser apaixonada pelo novo membro da família. A mãe vivia dizendo que tudo aconteceu muito rápido e que a filha nem conhecia o futuro marido. "E não conhecia mesmo, namoramos só quatro meses antes de casar", complementa a hoje estudante, justificando que o que sentiu pelo noivo foi realmente um sentimento diferente do que conhecia como amor.
Histórias como a de Érica e André são mais que comuns, como comenta a psicóloga Carla Queiróz. Pessoas diferentes, vivem relacionamentos e intesidades diferentes de amor e paixão. Dessa forma, é comum que algumas queiram se casar rapidamente."Isso é uma particularidade de cada um, assim como há os que são aflitos, nervosos ou qualquer outra coisa". E só ao futuro pertence as chances desse relacionamento dar certo ou não.
Há também muitos casos de pessoas que nem são tão intensas assim, e que acabam se casando rápido. A maioria delas, vindas de relacionamento duradouros que acabaram se transformando em amizade. Se você conhece ou vive uma situação dessas, lá vai a explicação da psicologia:
Quando uma pessoa vem de um relacionamento de anos, que padecia de algum problema, sempre tende a viver mais intensamente um novo. "É como se a pessoa estivesse com carinhos e carências incubadas, e quando vive uma coisa nova, dá total vasão a isso. O resultado: acaba casando por se sentir completa, mesmo com pouco tempo de namoro....
Com pouco ou muito tempo, o certo é que se discute amor desde os tempos de Sócrates. E como resume a psicóloga: "todas essas histórias são ilustrativas, e sempre tenho personagens delas aqui no meu consultório. O que não se pode perder de vista é que o mais importante da vida é buscar a felicidade".

Texto retirado do site psicologiadoamor.com.br